Casamento | Você sabia?

outubro 21, 2015

Não sei se toda noiva é louca igual a mim que fica se perguntando de onde surgiram todos esses costumes que levamos de geração em geração como o por quê da noiva casar de branco e ter damas, por exemplo.


Como muitos já sabem, o vestido branco é um símbolo da pureza e castidade, enquanto o hábito de jogar o buquê era uma maneira da noiva ajudar as amigas a desencalhar. Além do rito de jogar arroz ser um símbolo de fecundidade. (?)

Mas na verdade quem começou com todas essas tradições foi a rainha inglesa Vitória que, em seu casamento, pediu para o músico Felix Mendelssohn, no qual era fã, compor uma música e assim nasceu a Marcha Nupcial.

O véu e a grinalda originaram da Bíblia. No livro de Gênesis, conta que Rebeca se cobriu com um véu quando se aproximou do futuro marido, Isaac. Desde então, muitas noivas usam véu, hábito popularizado pela rainha Vitória. A grinalda tem forma de coroa para distinguir a noiva dos convidados.
Na Grécia antiga o véu era usado como uma forma de proteger a noiva do mau olhado e também dos admiradores, enquanto que na Idade Média ele era utilizado como uma das partes do vestuário feminino e era um símbolo de nobreza. Quanto maior o véu, maior era a riqueza, apesar de também ser utilizado para proteger a pele das nobres do sol.
O famoso véu branco é também um símbolo de pureza. E dizem as más línguas que a outra explicação para o uso do véu é que ele era utilizado antigamente com o objetivo de esconder o rosto da mulher ao futuro marido até que o casamento fosse pronunciado. Essa tradição permitia ao homem dizer o “sim” sem ter ideia da aparência física da sua noiva.
Ainda bem que os tempos mudaram, né? hahaha

O buquê das noivas romanas tinha ervas aromáticas para espantar maus espíritos. Depois, as ervas foram trocadas por flores, símbolo de fertilidade. A noiva passou a jogar o buquê às convidadas a partir do século XIV, na França. Esse hábito substituiu outro: antes, elas pegavam um pedaço do vestido da noiva para ter sorte.
Hoje ainda fazem algo semelhante escrevendo o nome das convidadas solteiras na barra da saia do vestido da noiva com a promessa de desencalhar.

As damas de honra existem desde a Antiguidade, quando as noivas se casavam ainda crianças e precisavam da ajuda das irmãs para se vestir.

Os padrinhos surgiram na época em que os matrimônios eram arranjados pelos pais do casal, para tornar a união reconhecida pelo restante da sociedade.

A troca de alianças era ritual comum entre egípcios (que, inclusive, já a usavam no dedo anular esquerdo, considerado uma ligação direta com o coração) e romanos, mas só foi considerada indispensável no casamento católico a partir século XVI, com o Concílio de Trento.

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BEIJOS

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