Impressões Rock in Rio 2015

setembro 30, 2015

Dois fins de semana intensos com muitos shows pra tudo que é estilo musical: esse é o Rock in Rio.

Parte da equipe do Blog Pistache esteve presente apenas em um dia (26/09), mas outra parte assistiu tudinho de camarote pela TV e vamos contar as nossas impressões e tudo de bom que rolou.

Meu noivo ficou frenético e assistiu a quase todos os shows pela TV. Sério gente, acho que só assim pra ele não ver futebol, porque olha... hahahaha
Por isso eu pedi uma ajudinha a ele pra fazer uma resenha breve com os principais destaques de cada dia do RiR 2015.

Dia 1 | Sexta (18/09)


Bom, acho que a apresentação do Queen não deixou muito o que falar das outras bandas que tocaram, mas vale destacar a homenagem a Cássia Heller que foi bem legal, juntando gerações, todas com peito de fora! hahaha


Logo após, já no palco mundo, veio o The Script com um show curto, mas com um vocalista empolgado, simpático e carismático que agradou a uns e desagradou a tantos outros.


Em seguida veio One Republic com algumas músicas bem conhecidas como Apologize, fazendo um pop bacana, baseado no talento do seu vocalista que é um ótimo hitmaker!


Por último e não menos importante um ótimo show do Queen + Adam Lambert com um público empolgado que cantava tudo com emoção, incontestavelmente. Um show além das expectativas, porém achei o Adam caricato demais pra uma banda como Queen, com figurino exagerado, mas se a intenção era ser diferente do Freddie e deixar sua marca ele conseguiu com suma maestria.

Dia 2 | Sábado (19/09)


Destaco a ótima apresentação do Angra com Dee Snider. O público cantou, sacudiu a cabeça, pulou, gritou... Enfim, uma apresentação realmente muito legal de assistir.


E pra fechar, o Metallica com sua perfeição. Porém alguns problemas técnicos irritaram o vocalista, o que fez com que os integrantes saíssem do palco por alguns minutos. Público parado, um quê de desanimado, cantavam as musicas e respondiam aos ímpetos da banda, porém muita gente parecia mais querer filmar e tirar fotos do que curtir o show. Será talvez por que a banda é carta marcada em todos os anos do festival?

Dia 3 | Domingo (20/09)


Élton John sacudiu a galera, estava empolgado e feliz, levantava do piano, ia pra lá e pra cá, cantou todos seus sucessos que fizeram jovens - pra minha surpresa - e velhos cantar. Emocionou!


Fechando o dia, Rod Stewart com sua voz que adoro o timbre e que também fez um ótimo show, com todos seus sucessos. Sucessos esses que o público cantava ao pé da letra, ao som de violinos, suas mulheres dos metais, percussões, momento para backing vocals e tudo o que pode se fazer para um show ser inesquecível!

Dia 4 | Quinta (24/09)


O quarto dia de Rock in Rio não poderia ter começado melhor.
No palco Sunset o destaque vai para Deftones, que voltaram ao festival 14 anos depois, e após superar a morte de seu baixista, Chi Cheng, com show com pouco menos de uma hora, mas eficiente demais, juntando a voz às vezes arrastada, às vezes rasgada com um som pesado e enérgico.


No palco Mundo, o show do Queens of the Stone Age foi bom, porém tiveram muitas críticas ruins devido à falta de muitas músicas no repertório, mas acho que o que mais ganhou destaque foi o topless das fãs, acho que se falou mais disso que do bom show.


Por último o show que fez muita gente ir de olheira pro trabalho (como eu) porque não conseguiu desligar a televisão, System of a Down arrasou como sempre, com todos os sucessos que podemos esperar e queremos ouvir e cantar. O publico deu show, cantou, fez rodinha, pulou, chorou... Fez o que deveria fazer, embalados por sucessos como Toxicity e Aerials e quase todas as outras.

Um fato: metaleiros sabem se divertir como nenhum outro público!

Dia 5 | Sexta (25/09)


Destaque para Faith No More, todos de branco, no meio de todos de preto. hahaha

O palco estava parecendo a floresta amazônica no meio do deserto do Saara, mas o show foi intenso e com um kamikaze no público do vocalista Mike Patton.

Bom, não foi um show a là Rock in Rio 1991, mas deu pro gasto.


Pra encerrar a noite e o rock do Rock in Rio pra mim hahahaha, vieram os insanos mascarados do Slipknot.

O show foi demais, além do puro Rock in Roll. \m/

Guitarras sujas e volumosas, baterias altamente fortes. Teve fogo, teve luz, porradaria na rodinha e tudo. O show que todo metaleiro gosta de ver.

Não importa onde o Slipknot for, sempre vão ter milhares de pessoas prontas pra viajar pra onde quer que seja, e se divertir até a hora que for!

Dia 6 | Sábado (26/09)

Bom, nos shows de sábado eu (Sarah) e Carol estivemos presentes e posso dizer que algumas reações aos shows são diferentes vendo de casa e pessoalmente.


Digo isso quanto ao show do Lulu Santos. Achei bem fraco o show dele, esperava mais sabe, mais empolgação, mais animação nas músicas. Fiquei a maior parte do tempo querendo que o show acabasse logo e o pior é que eu sabia todas as músicas, mas apenas uma ou duas me animaram lá... Enquanto assistia ao show, fiquei conversando por whatsapp com uma amiga, que me dizia que de casa a sensação era de que estava muuito bom e muito empolgante... Pois é, realmente não achei.

O mais peculiar do show do Lulu foi a participação do Mr. Catra e todo o auê que o público fez quando Catra foi apresentado. Me arrisco em dizer que Catra foi mais aplaudido que Lulu. temposmodernos


Show do Shepard: (insira aqui seus comentários sobre)

Então, eu nem sabia que banda era essa. Os fãs que me desculpem, mas acho que não empolgou ninguém. Nessa hora, ficamos perto do palco Sunset, onde estava tendo Sérgio Mendes, que acredito eu, estava sendo bem melhor...


Show do Sam Smith: Posso falar que foi amor à primeira vista?

Eu achava o Sam um saco. hahaha Pois é! Mas paguei a língua! Só conhecia duas músicas dele, então resolvemos chegar quase na metade do show e o gramado estava bem vazio. Por sorte, conseguimos ficar mais ''próximo'' e eu pude ficar sentada no show até ele me conquistar cantando Amy Winehouse! jáfaleiaquiqueamoaAmy?

Dei um salto e coloquei o snap pra funcionar quando ele começou com Tears dry on their own e ainda emendou com Ain't no mountain high enough, achei incrível esse cover, foi mais amor mesmo!

Cantei até músicas que eu nunca tinha ouvido, tipo Money on my mind, que agora por sinal, viciei! Tá de parabéns Sam Smith, arrazô!


Show dela: Rihanna

O que falar dela né? Que ela atrasou pra variar e correu feito uma louca no show! hahaha

Eu ouvi muita gente falando que não gostou como ela conduziu o show, mas te falar, eu não me importei nem um pouco!

Da última vez que fui ao Rock in Rio, em 2013, não tinha ficado até o último show, então não fazia ideia do quão cansativo era. Achei que da maneira como ela correu com as músicas deu uma super dinâmica e não ficou nem um pouco cansativo! Claro que tem aquelas músicas que você ama tanto que poderia ter mais tempo, tipo Bitch Better Have my Money, achei que faltou um bis sabe, poderia ter tido mais tempo.

A setlist contava com todos os sucessos dela, rolou cantar 90% das músicas a plenos pulmões!

Rihanna é pra sempre diva né, mesmo com figurino cosplay de Pikachu e com o palco só com fumaça e luz vermelha! (atrapalhou minhas fotos Riri #sacanagi)

Dia 7 | Domingo (27/09)


Muito esperado e depois de 35 anos, A-ha pisa no Palco Mundo do Rock in Rio com um show totalmente nostálgico e parece que a galera queria isso mesmo. Além de que, pelo que deu pra ver, grande parte do público era mais velho mesmo.

E talvez até por este motivo que as músicas mais recentes não foram recebidas da mesma forma que hits como Take on me.


Fechando a noite, Katy Perry veio com seu show 100% infantil repleto de cores, doces, brilhos e tudo mais bem a cara dela.

Com milhões de trocas de roupas e de perucas, a impressão que tive foi de que o show de 2011 agradou mais do que este.

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